quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Concurso Público de Tuntum/MA, 292 vagas, entenda o processo, PASSO A PASSO..


Amanhã sexta feira, dia 04 de setembro de 2015, á projeto de Lei 922/2015, de autoria do chefe do executivo, será lido na mesa diretora da Câmara de Vereadores, só então o projeto é passado para as comissões da câmara, emitirem os pareceres, que acreditamos serem favoráveis, logo após os pareceres, o projeto estará pronto para ser votado na Plenário da Câmara, a votação portanto do projeto de Lei, que autoriza o chefe do executivo a fazer o tão sonhado CONCURSO PÚBLICO, deverá ser votado definitivamente no dia 11 de setembro de 2015. O Blog Acorda Tuntum, orienta a todos os concurseiros a lotarem a câmara de vereadores no dia 4 e 11 de setembro, para acompanhar o desfecho dessa importante mátéria. O concurso disponibilizará 292 VAGAS, sendo assim distribuidas: 
110 VAGAS (VIGIAS, ZELADORES, PORTEIROS, MOTORISTAS, MERENDEIRAS) - SERÁ NECESSÁRIO APENAS O ENSINO FUNDAMENTAL.
79 VAGAS ( PROFESSOR, TÉCNICO EM ENFERMAGEM, AGENTE ADMINISTRATIVO e ETC) - SERÁ NECESSÁRIO O ENSINO MÉDIO.

103 VAGAS ( PROFESSOR, ENFERMEIROS, MÉDICOS e ETC) - SERÁ NECESSÁRIO, CURSO SUPERIOR.
 
Do Blog Acorda Tuntum

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Andrea Murad põe fim ao regime papal implantado por Flávio Dino no Maranhão



 


Governador já estava mal acostumado a denunciar e acusar sem apresentar provas



A dinocracia, termo criado pelo historiador Wagner Cabral para descrever o regime papal implantado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão, onde as falas do comunista devem ser entendidas pelo dogma da infalibilidade papal, foi humilhantemente derrubada pela deputada estadual Andrea Murad (PMDB), nessa segunda-feira 31, durante discurso na Assembleia Legislativa no Maranhão.
Mal acostumado a declarar, sem provas, o que quer e quando quer contra adversários, para em seguida usar sua propaganda e marketing para fazer a população crer que suas declarações são axiomáticas, Dino levou da parlamentar, na linguagem de pugilistas, um verdadeiro soco no estômago. E que estômago.
Explica-se:

Andrea Murad encaminha lista de obras com recursos do BNDES para o governo do PCdoB
Divulgação Cadê as provas, Papa Dino? Andrea Murad encaminha lista de obras com recursos do BNDES para o governo do PCdoB
Após as declarações do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, sobre a culpa exclusiva do governo do PCdoB sobre as obras paralisadas no Maranhão, Flávio Dino usou as redes sociais para ironizar denuncia feita por Andrea Murad dias antes, de que o número das obras paralisadas passava de 500. "Não sei de onde inventaram que há '500 obras paradas' no Maranhão. Disparate", ironizou. Nesta, porém, Dino se deu mal, e recebeu a resposta merecida.
Diferente do governador, que afirmou mas nunca provou a acusação de que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) deixou uma dívida de R$ 1,3 bilhão para o Estado; que afirmou mas nunca provou a acusação de que quase 60% dos recursos gastos pelo governo anterior eram secretos; e que afirmou mas nunca provou a acusação de que encontrou obras inexistentes e contratos superfaturados e duplicados na Saúde, a deputada usou a tribuna para apresentar uma lista de não apenas 500, mas de 685 obras deixadas pelo governo anterior em todo o Maranhão, em todos o setores – algumas, inclusive, com até 95% de serviços concluídos.
Mais ainda, a deputada mostrou ao governador como se faz denúncia de forma responsável e transparente, encaminhando a lista de obras executadas com recursos do BNDES ao presidente da Assembleia, deputado Humberto Coutinho (PDT), para ser entregue diretamente nas mãos de Flávio Dino, abatendo a infalibilidade papal sustentada pelo comunista, que agora se vê obrigado a explicar a suspensão das obras não mais com o gogó - ou com dos dedos, como gosta - mas como está de forma imperativa na lei, de onde se caiu na lenda que Dino sabe alguma coisa: ao acusador, cabe o ônus da prova. Está no artigo 333 do Código de Processo Civil e no artigo 41 Código de Processo Penal, governador.

Atual 7

Cobranças sobre ponte fantasma colocam Edivaldo no dilema: roubo ou estelionato?


Prefeito afirma que não havia verba, mas fez lançamento de obra e ainda colocou placa de construção


As cobranças feitas pelo deputado estadual Wellington do Curso (PPS) sobre a falta de transparência e o destino de recursos públicos para a construção da ponte fantasma sobre o Rio Gangan, a Pai Inácio, mostram que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) entrou num dilema que deve custar o seu projeto de reeleição: Edivaldo roubou dinheiro público ou cometeu estelionato eleitoral?
Placa colocada por Edivaldo Holanda Júnior em 2013 mostra que havia, sim, recursos para a construção da ponte Pai Inácio
Hilton Franco Cadê o dinheiro que estava aqui? Placa colocada por Edivaldo Holanda Júnior em 2013 mostra que havia, sim, recursos para a construção da ponte Pai Inácio
A situação do prefeito de São Luís, que deve agora responder para a população qual das duas ações praticou, ficou mais complicada nessa terça-feira 1, quando Wellington, único dos 42 parlamentares da Casa que tem se atentado para o caso, solicitou ao Executivo municipal informações da obra sobre a obra fantasma, anunciada em parceria com o governo estadual no dia 24 passado. O entendimento preciso do parlamentar é simples: se Edivaldo Júnior afirmou que os quase oito milhões destinados pelo Ministério das Cidades para a revitalização do Rio Gangan não contemplavam a construção da ponte, e não havia verba municipal para a obra, o pedetista precisa explicar então porque colocou uma placa no local e afirmou que as obras já estavam sendo encaminhadas.
“Na semana passada, demos entrada em três requerimentos, solicitando informações ao Ministério das Cidades, Tribunal de Contas da União e Prefeitura de São Luís que solicitava informações sobre a aplicação do crédito de R$ 7.981.898, 60. Após tal solicitação, na tentativa de justificar o descaso para com o bem público municipal, a prefeitura afirmou que os quase oito milhões destinados pelo governo federal para a revitalização do Rio Gangan não contemplavam a construção da ponte. Ora, se o crédito não ‘contemplava’ a obra, por que realizou-se o hipotético lançamento de construção da Ponte?  Se o recurso não era para a Ponte por que que, no dia 14 de outubro de 2013, realizou-se o lançamento da construção da obra?", indagou o parlamentar.
Placa da ponte fantasma de Edivaldo Holanda Júnior, já no chão. Já o dinheiro que a própria placa informa ser do tesouro municipal, ninguém sabe onde caiu
Hilton Franco Cadê o dinheiro que estava aqui? Placa da ponte fantasma de Edivaldo Holanda Júnior, já no chão. Já o dinheiro que a própria placa informa ser do tesouro municipal, ninguém sabe onde caiu
Embora faça parte da base do governador Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia, ao se pronunciar sobre novos pedidos de informações públicas, Wellington questionou também sobre os processos licitatórios e verbas para a construção da ponte sobre o Rio Gangan, que já se iniciou, mesmo sem ter havido processos legais obrigatórios, como o ambiental e de licitação.
"Se não havia recurso para a construção, por que divulgar o lançamento da referida ponte? Embora os fatos venham a convergir para a possibilidade de estelionato eleitoral, eu insisto em solicitar informações. Por isso, protocolamos mais dois requerimentos na manhã de hoje: um para a Caixa Econômica Federal e outro para a Prefeitura. Se não havia recurso, como a gestão municipal alegou, como explicar o fato do prefeito de São Luís ir, no último dia 24, lançar a ponte novamente? Ante isso, eu pergunto: a obra foi iniciada agora, em agosto, com qual verba? Com qual processo licitatório? Onde está o procedimento de licitação da obra cuja ordem de serviço foi lançada no dia 24? Qual o valor total dessa obra? E os projetos? Sabe-se que, para licitar uma obra, é necessário, no mínimo, um projeto básico. Cadê o projeto básico? Qual origem dos recursos para pagamento desse contrato?", questionou.
Diante dos questionamentos de Wellington do Curso, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior precisa explicar para a população - antes mesmo de ter de se explicar para a polícia: afinal, se havia dinheiro e a ponte não foi construída, esse dinheiro foi desviado? Ou, se não havia destinação de verba, e mesmo assim ele prometeu em outubro de 2013 a construção da ponte Pai Inácio e ainda colocou placa de construção no local, ele admite que enganou a população e cometeu estelionato eleitoral?
Com a palavra, se resolver falar a verdade, o prefeito.

Atual 7

domingo, 30 de agosto de 2015

TUNTUM, REPÚDIO POPULAR

Foto de Natan Alves da Silva.
O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE TUNTUM-MA, TEM A OBRIGAÇÃO DE AUTORIZAR QUE SEJA COLOCADA FALTA NA FOLHA DE FREQUÊNCIA DOS VEREADORES GAZETEIROS, E FAZER O DESCONTO NOS SALÁRIOS. TUNTUM ESTÁ QUEBRADO, O MARANHÃO ESTÁ QUEBRADO, O BRASIL ESTÁ QUEBRADO, E DEVIDO A QUÊ? POR IRRESPONSABILIDADE POLÍTICA EM TODAS ESFERAS DE GOVERNO.
NÃO VENHAM ESSES VEREADORES DE TUNTUM QUEREREM RECEBER SEM TRABALHAR.
ESSE É O REPÚDIO POPULAR.

Câmara quer punir quem fala mal de político na internet


A Câmara prepara um projeto de lei para acelerar a identificação e a punição de pessoas que criam páginas ofensivas e difamatórias contra parlamentares na internet. O texto também vai responsabilizar criminalmente os provedores, portais e redes sociais que hospedam esses sites. A proposta, que tem o apoio do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), está em fase final de elaboração e deve ser apresentada em setembro pelo procurador parlamentar, deputado Cláudio Cajado (DEM-BA).
 
Em entrevista ao site Congresso em Foco, o procurador adiantou que vai propor uma mudança no Marco Civil da Internet para facilitar a retirada das postagens ofensivas contra políticos em geral. Pela proposta, sites, provedores e portais serão corresponsáveis pelas publicações. Por exemplo: se um usuário criar um perfil falso (o chamado fake) no Facebook que ironize ou atinja a honra de um deputado, tanto o responsável pela página quanto o próprio Facebook serão acionados criminalmente e estarão sujeitos a processos penais e cíveis.
 
O objetivo, explica Cajado, é obrigar os grandes provedores e empresas de internet a analisarem, de modo célere, as denúncias de ofensa contra parlamentares. Nesse caso, o conteúdo classificado como ofensivo terá de ser retirado do ar imediatamente, sob pena de abertura de processo por crime de injúria e difamação.
 
“Às vezes, a pessoa faz um ‘fake’ ofensivo à honra de qualquer pessoa e essas empresas não têm nenhum tipo de controle sobre esses atos criminosos e permitem que eles sejam divulgados”, exemplifica Cajado. “A nossa tese é que quem pratica o crime tem de responder. E quem ajuda a divulgar esse crime tem de ser corresponsável”, afirma.
 
Avalizada por Cunha, a proposta pode ser votada em regime de urgência pela Câmara nos próximos meses. O projeto terá caráter institucional. Isso porque cabe à Procuradoria Parlamentar, conduzida por Cajado, defender a Câmara e seus integrantes no exercício do mandato ou de suas funções institucionais quando atingidos em sua honra ou imagem perante a sociedade.
 
*com informações do site Congresso em Foco
 
Bocão News

CPI do BNDES: Sub-relator é atacado após revelação de paralisação de obras por Dino


Governador oculto adotou tática ofensiva após presidente da instituição financeira revelar que paralisação foi feita pelo atual governo


Na falta de argumentos contra a revelação feita na quinta-feira 27 pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, de que a paralisação de mais de 500 grandes obras no estado ocorreram, exclusivamente, por determinação do próprio governo Flávio Dino, o Palácio dos Leões passou a atacar o sub-relator da CPI do BNDES, deputado federal André Fufuca (PEN-MA).
Sem argumentos contra a revelação feita pelo presidente do BNDES, governador oculto utilizou uma foto pública para atacar sub-relator da CPI
Facebook Oh, grande denúncia! Sem argumentos contra a revelação feita pelo presidente do BNDES, governador oculto utilizou uma foto pública para atacar sub-relator da CPI
Desde o início da noite dessa sexta-feira 28, o ghost-ruler (governador oculto, em português. É como se chama a pessoa que exerce poder de governador, mesmo não tendo sido eleita para o cargo, e faz a população pensar que é um pau mandado seu quem governa) do Maranhão, Márcio Jerry Barroso, tenta desqualificar Fufuca nas redes sociais, pelo simples fato do parlamentar ser o autor da pergunta que revelou que o governo do PCdoB vinha mentindo para a população maranhense sobre a paralisação das 500 obras.
Por meio do Twitter, em vez de se limitar a responder a fala do dirigente da instituição financeira, Márcio Jerry declarou que o sub-relator da CPI do BNDES "recebeu o brieffing (sic!) errado". Em outra frente, por meio da mídia anilhada onde atua como ghost-writer (jargão no jornalismo para redator oculto), Jerry inventou uma denúncia com uma foto tirada ontem, um dia após a reunião da CPI, em um restaurante em São Luís, compartilhada publicamente num grupo de WhatsApp da bancada federal maranhense por um dos participantes do almoço. Por meio da foto, a eminência parda de Flávio Dino tenta passar a ideia de que o deputado federal André Fufuca, que apenas fez uma pergunta ao presidente do banco como sub-relator da CPI, estava a serviço do ex-secretário de Saúde Ricardo Murad.
O curioso é que, apesar do próprio presidente do BNDES afirmar que a resposta para a paralisação das obras deve ser dada pelo governo do PCdoB, o governador oculto do Maranhão insiste no factoide de que foi o próprio BNDES o autor da ação por, segundo ele, ter encontrado indícios de graves irregularidades no uso da verba na gestão da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB). Diante da resposta dada por Luciano Coutinho e dos ataques de Márcio Jerry, fica claro, porém, quem fala a verdade e quem está mentindo.
Nos bastidores, comenta-se que o ataque de Márcio Jerry à André Fufuca está no fato do medo que tomou conta do Palácio dos Leões desde que o deputado federal maranhense assumiu a sub-relatoria da CPI que tem a finalidade de investigar o que foi e o que está sendo feito com os recursos dos empréstimos feitos junto ao BNDES, ocorridas entre os anos de 2003 a 2015, ou seja, inclusive os R$ 180 milhões liberados pelo banco em maio deste ano, mas que ninguém sabe onde foi parar.

Atual 7

sábado, 29 de agosto de 2015

Colinas: Sinproesemma leva professores às ruas por cumprimento da jornada de trabalho

Insatisfeitos com a jornada de trabalho ser acima da Lei do Piso, o núcleo do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma) em Colinas realizou, na manhã dessa sexta-feira 28, uma manifestação em favor da implantação das 13 horas semanais. O ato, que também cobrou a nomeação de excedentes do concurso da rede municipal realizado em 2014, aconteceu na Praça Henrique Leite, Centro da cidade. A informação é do Diário de Colinas.
Professores de Colinas querem o cumprimento imediato das 13 horas semanais
Diário de Colinas Protesto Professores de Colinas querem o cumprimento imediato das 13 horas semanais
De acordo com a coordenadora do Sinproesemma em Colinas, Ana Paula, os professores da rede pública municipal cobram a destinação de um terço da carga horária para o planejamento escolar, como determina a Lei do Piso, aprovada pelo Congresso Nacional em 2008.
A dirigente denuncia ainda que, apesar da determinação da lei para que interação entre os docentes e os educandos não exceda o máximo 13 horas semanais, os professores de Colinas estão cumprindo uma carga horária composta por 15 horas semanais.

Excedentes

Durante o protesto, os manifestantes também defenderam a importância da convocação dos excedentes do concurso público de 2014.
Os dirigentes do Sinproesemma de Colinas rebatem os argumentos da falta da falta de orçamento, levantados pela administração do prefeito Antônio Carlos (PSB), por meio da Secretaria Municipal de Educação, porque a nomeação dos excedentes, em substituição dos contratos, irá prevenir os cofre da prefeitura do pagamento de mais multas, já que isso vem acontecendo em anos anteriores por diversas irregularidades trabalhistas na contratação de profissionais sem concurso.

Atual 7

Governador Flávio Dino corre perigo de chegar a 2018 refém das legendas aliadas que estão se fortalecendo

Flávio Dino pode perder robustez política para os aliados
Como sempre ocorre quando há mudanças de governo, o Maranhão assiste a um grande processo migratório de políticos, de uma legenda (principalmente se estiver na oposição) para outras (de preferência, bem próximas do Palácio dos Leões). Os partidos que mais têm se beneficiado com esta repentina mudança ideológica são o PSDB, do vice-governador Carlos Brandão; o PSB, do senador Roberto Rocha; e o PDT, do deputado Wewerton Rocha e agora também do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior. O PMDB, da ex-governadora Roseana Sarney, até aqui tem sido o que mais perde filiados.

Pelo que se desenha, essas serão as legendas que farão o maior número de prefeitos e vereadores na eleição de 2016, portanto estarão bastante fortalecidas para o pleito de 2018, quando estarão em jogo o cargo de governador, duas cadeiras no Senado, 18 vagas de deputados federais e 42 vagas na Assembleia Legislativa. Ao contrário dos processos migratórios do passado, desta vez o partido que tem recebido menos adesão é o PCdoB, a legenda do governador. Como se trata de uma agremiação de regras rígidas, não é qualquer um que recebe ficha para nela ingressar, porém isto poderá ter um efeito danoso num futuro bem próximo.

Como o partido do governador dificilmente fará mais de uma dezena de prefeitos e nem atingirá uma centena de vereadores, no próximo ano, isto significa dizer que o futuro de Flávio Dino, caso insista em parecer comunista, vai depender do humor dos seus aliados, pois para onde penderem tucanos, socialistas e pedetistas, a eleição pode ganhar um novo formato, ou seja, o governador vai ter de oxigenar bem esses aliados - sabe-se lá com quê - para não chegar a 2018 fragilizado.
Flávio vai ter de bater tambor para não se enfraquecer em 2018
Vale destacar que pelo menos dois desses aliados graúdos do governador são vistos como candidatos com potencial para sucedê-lo, o vice Carlos Brandão e o senador Roberto Rocha, que podem ganhar mais força se houver, como alguns acreditam que haverá, mudança no cenário político nacional, isto é, se a presidente Dilma perder força (ou mesmo o governo) e o comando da Nação passe para o PMDB de Michel Temer ou mesmo propicie uma vitória do PSDB em 2018. O governador que se cuide, pois pode chegar ao fim do mandato sem autoridade política para dar as cartas.

Como já disse em público, Dino considera qualquer um que se opunha a Dilma traidor, mas se a "trairagem" vencer, ele será o grande perdedor, a menos que faça com Dilma o mesmo que os novos filiados das legendas aliadas estão fazendo como os que até dezembro de 2014 eram vistos como os melhores dos melhores.

Há mais um detalhe, se Michel Temer for guindando a presidente, assim como Itamar Franco em 1992, não se surpreendam com o canto da marcha regresso rumo ao PMDB dos Sarney. 
 
Fonte: Aquiles Emir